Namorar atores

Meus pais acham que eu sou gay

2020.07.29 20:42 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

(Postei primeiro no desabafos, mas resolvi postar aqui também)
O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.
Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.
A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.
A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha
Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:24 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.

Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.

A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.

A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha

Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.12 21:41 KimiTanoshimu #2

Aonde estava eu? Ah a cultivar bárbaros e a tecer dragões no Clash of Clans, certo. Mas não é para isso que vieram cá, se bem que não nego a diversão de urdir uns esqueletos de vez em quando. Finalmente, verão. Já dizia o Castanheiro: “Para Portugueses, menino, o verão é o tempo das belas fortunas e dos rijos feitos. No verão nasce Nuno Álvares no Bonjardim! No verão se vence em Aljubarrota! No verão chega o Gama à Índia!”. E são estas palavras que me fazem questionar se não sou realmente estrangeiro, (até sou meio achinezado e tudo). Portanto, verão. Lembro-me que passei grande parte desta estação, ( altura de transição do sexto para o sétimo ano), em casa da minha avó materna, com o meu primaço, passando os dias a jogar Minecraft ou B02, bons tempos. Foi também altura da minha primeira interação com o que hoje em dia chamamos de... ahm nós não temos realmente um nome para isto, que eu saiba pelo menos, mas basicamente trocar mensagens “abusivamente” com alguém. Eu deixei uma pista na última edição e vou tentar deixar nesta também. Sim! A próxima crush é a Joana Sousa, ou A tipa das repas, provavelmente conhecem-na melhor por este último método de identificação. É engraçado recordar estes momentos. Eu acho que fiquei a gostar dela porque foi a pessoa que mais me ajudou a integrar na escola e na própria turma. E, claramente, também por outro motivo que todos nós conhecemos do filme, Quinta da Paz: Infinity Crushes, a carência Mariense. fAlAr cOm UmA rApAriGa pOr mEnSaGeM? E eSsA CoNvErSa nÃo eNvOlVeR eU PeDiR qUe Me TrAnSfiRa A Wrecking ball pOr BlUeTOoTh?!?
Peço desculpa.
Ah nem sei por onde começar. Vou tentar ser breve para o post não se chamar Saga Horny Potter 2. Esta paixão tem um origin story definitivamente *cof cof* engraçada. Ela era pretty much a minha ajuda emocional para tentar ultrapassar a Inês Pinto. Eu lembro deste acontecimento, *risos*, é tão mau e totó, mas basicamente estava-lhe a dizer que sentia mesmo falta da Inês Pinto e qualquer coisa acontece e eu digo: - Mas hey sempre gostei de ti. A Inês Pinto era só o warm-up, desde do início que gostei de ti. (Oh pls digam-me que vão fazer bons memes com isto, estou a morrer de cringe). Citando o Pikachu: “That’s a very twisty twist”. Yes. Na realidade, nada de mal aconteceu. Aliás acho que ela é que me começou a dar tease (?). Confusing times. Isto desencadeou um monte de acontecimentos de partir.o.caco.a.rir. Ela queria que eu mandasse fotos para ver se estava mais giro e apelativo fisicamente e decidir se devia namorar comigo ou outro tipo que também gostava dela... hm. Como é óbvio não consegui enviar porque falávamos por mensagem e o meu pacote não o permitia, etc etc. Mas, mas, nem tudo é mau, eu parecia aqueles atores de Bollywood, em poses super dramáticas e desesperadas, (quem me dera recuperar essas fotos). A seguir disso veio a letra de uma música, inspirada na bela melodia de Jeff Buckley, Hallelujah. Era linda, uma obra prima, a minha obra prima, até o meu primo o reconheceu. Até a minha avó encontrar o dito cujo papel e a cantar em frente à minha família toda em tom de Aleluia católico. E, repleto de vergonha, fugi para debaixo de uma mesa de bar que há no piso de cima, (em honra da velha tradição). Não vou mentir, pensei que até o dia de hoje ainda estaria lá. Até podia agora ser um barman famoso e tudo, mas infelizmente saí de lá. Possivelmente, por causa de um fantasma da Inês Pinto, diria eu. E como se já não bastasse, havia certos momentos em que me dava um chlick e tratava-a por amor ou amorzinho ou, por favor matem-me não quero continuar a falar disto. Conclusão, ela provavelmente fartou-se do Fortniteiro (eu) e deu move on para o outro tipo que foi falado anteriormente. Na realidade, acho que foi mesmo isso que aconteceu. O corte nas relações não foi tão brusco como o da Inês Pinto, mas a Joana Sousa põe histórias no messenger e o pior foi que tive de ir ver estas para me lembrar do nome dela, por isso, vou-me só calar.
Hope u enjoyed. Ass: Marroni. Até ao 8º ano, jovens árvores.
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2018.12.25 15:32 Mazayaz Saí no braço com o pau da minha namorada na ceia de Natal

Namoro com ela já fazem 8 meses, não transamos pois somos de família tradicional, nesse tempo fui na casa dela umas 10 vezes no máximo, passando sempre menos de meia hora. O motivo = o pai é um ex-ator pornô cuzão.
Mais quando eu falo cuzão, é cuzão mesmo, o cara sempre me esnobou, das vezes que nos cruzamos o maluco fez questão de me fazer eu me sentir um merda, me humilhar e tripudiar.
Além do fato de eu namorar a filha dele, o outro motivo pelo qual ele me odeia é aquela clássica diferença de pau, o da filha dele é bem maior que o meu.
Eu sou pobrão uns 12cm no max, minha mãe é puta e meu pai eu não lembro muito bem quem é e eles são de família africana, gerações e gerações de atores pornô e tal, metros de rola. Daí beleza o maluco achar que eu to ali por causa do pau dela já é um motivo escroto, tendo em vista que a filha é linda, e se não fosse roluda eu olharia do mesmo jeito, mas já fazem oito meses, custa o maluco levantar bandeira branca e ficar em paz?
Então, minha família foi viajar pra casa de uns parentes... eu trabalho, não pude ir. Quando você namora, e sua namorada não curte seus amigos héteros, inevitavelmente você se afasta dos caras. É o famoso "ou o pau deles na brotheragem ou o meu".
Sem família,distante dos amigos, não tinha outra alternativa a não ser ficar com ela no natal.
Eu odiei a ideia, lógico, mas ela insistiu, disse que não tinha problema e que tudo ia acabar bem, Ô.
A TRETA - Vamos pular pra ceia,
Já podem imaginar que o sogrão gente boa além de não olhar na minha cara, fez questão de mandar indiretas, a fim de humilhar este fodido que vos fala, com uma série de acontecimentos.
Primeiro acontecimento: A empregada servindo o peru pra todo mundo,chegou na minha vez ele interrompeu a mulher, falou pra ela colocar o pau na mesa e mostrar quem manda, afinal quem tem pau pequeno chupa primeiro.
Imagina aí já minha cara de lixo.
Segundo acontecimento: Meu telefone tocou, minha mãe querendo dar feliz natal, fui atender na inocência, ele deu UM SOCO na mesa, - VOCÊ NÃO SABIA QUE ISSO É FALTA DE EDUCAÇÃO NÃO? "MALANDRO".
Essa minha mãe ouviu, levantei da mesa e fui falar com ela. A essa altura vocês já imaginam o quão puto eu tava, foda-se a ceia, foda-se tudo, nem fome eu tinha mais.
Minha namorada deu uma disfarçada, perguntou quem era, falei baixinho que era minha mãe.
Daí o filho da puta TINHA que fazer piadinha com a minha mãe né caras,
Quando ele ouviu fez o comentário,d essa vez direto pra mim:
- E a cafetina da sua mãe deixa ela ligar enquanto ta atendendo os clientes?
Não dava mais, eu ia me sentir um BOSTA pro resto da vida se eu não quebrasse os dentes dele ali mesmo.
Tá bom que ia acabar o namoro, que ia acabar com o natal da família, mas ofender assim alguém que nem tá ali pra se defender, ser motivo de gracinha praquele lixo de pessoa.
Toquei o foda-se e xinguei muito o coroa, não lembro exatamente as palavras porque tava muito nervoso, então minha namorada entrou na frente pra defender o pai e tirou o pau pra fora. Caralho o negócio era gigante, parecia uma terceira perna a mãe dela desmaiou de assustada e a irmã autista chorando horrorizada com o tamanho do troço
-ESCUTA AQUI Ô SUA MAMA PINTO DO CARALHO, QUE PORRA DE ROLA É ESSA E TU AINDA VAI DEFENDER ESSE CUCK DO TEU PAI AÍ, ESSE DEJETO DA SOCIEDADE PASSA O DIA NO Brasil POSTANDO MERDA SE ACHANDO O ENTURMADO COM A GALERINHA DA BOLHA DA SOCIEDADE.
Foi então que o pai dela foi lá e tirou o pau pra fora também, agora eram dois paus gigantes contra eu, eu sei que não tem nada haver tirar um pau no meio de um briga, mas todo travequeiro sabe o quanto é humilhante você vê essas porras com o pau maior que o seu, eu me senti um animal indefeso ali. Meu sangue correu nas veias e eu lembrei de tudo que eu passei nessa vida por ter pau pequeno e veio minha única memória do meu pai quando eu era criança. Então eu disse pros dois: -VOCÊ PODE ATÉ SER FILHA DESSE CARA ROLUDO, MAS EU SOU FILHO DO CARA QUE COMEU O CU DE QUEM TÁ LENDO!
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2018.08.13 02:19 -belledejour- O que fazer para finalmente me sentir viva?

Antes de tudo, esse é meu primeiro post no Reddit e mal sei mexer no site, então peço desculpas por eventuais erros (ou pela encheção de saco). Acho que só criei essa conta porque vejo aqui muitos desabafos e muitas pessoas dispostas a ajudar quem precisa. Bem, desde que me entendo por gente, me sinto muito só. Sempre fui uma menina muito calada e retraída, tinha muito medo de tudo. Conforme o tempo foi passando, percebi que minhas colegas de turma (as únicas que eu tinha contato, não conhecia mais ninguém fora da escola que fosse da minha idade) começaram a se interessar pelos meninos e eles correspondiam, e era algo muito natural pra elas. Elas foram crescendo, começaram a sair, a beijar, namorar, ir em festas. E eu continuava a mesma menina calada e retraída que tinha medo de tudo. Eu tentava dizer a mim mesma "besteira, no Ensino Médio isso muda". Meu Ensino Médio foi a pior época da minha vida. Foi onde descobri que tinha depressão e ansiedade. Pelo menos 90% da minha turma eram pessoas egoístas, arrogantes, antipáticas e mal educadas, e estudavam juntos desde criança. A verdade é que saí de uma escola pequena onde estudei toda a minha vida pra estudar num colégio considerado grande e tradicional, e pela primeira vez na minha vida, me vi sozinha no meio desse tipo de gente. Tinha dias que eu só abria a boca para dar bom dia aos professores, porque ninguém falava comigo. Muitos desses dias eu registrava num diário que tenho até hoje. Enfim. Eu via que o tempo ia passando e eu não fazia amigos, nenhum garoto se interessava por mim, ninguém ao menos percebia que eu estava ali. Pensei que duraria só o primeiro ano, e depois só o segundo, e quando chegou o terceiro, achei que na faculdade tudo ia melhorar. A faculdade não chegou. Estou fazendo o possível pra que chegue, estudando pra passar numa faculdade federal ou em uma particular boa, mesmo que não seja o que eu realmente quero (eu tenho outro sonho, mas sinto que esse papo de "sonhos são possíveis" não cabe pra mim). Já é a terceira vez que tento passar no vestibular e não espero nada desse ano, sinceramente. Me sinto inútil e fraca demais pra conseguir qualquer coisa. Atualmente, eu não tenho um só amigo. Nunca me senti importante, desejada ou querida. Há dois anos, desde que saí da escola, não saio de casa (pra não exagerar, saio para fazer exames rotineiros, resolver coisas sobre documentos, comemorar o aniversário de alguém da família, essas coisas). Todos os dias eu faço as mesmas coisas, como um robô, num total marasmo. Mal tenho vontade de estudar. Não posso sair sozinha, meus pais nunca deixaram. Minha mãe diz que é perigoso e que eu só vou sair da casa dela depois de casada. A última vez que conversei com alguém pelo WhatsApp foi há umas duas semanas e acho que isso mostra bem o tanto de amigos que eu tenho. Nunca beijei ou tive qualquer contato físico com um garoto. Ninguém se demonstrou interessado por mim até hoje. Também nunca saí sozinha e nunca fui convidada para ir em festas (só quando eu era criança mesmo). Gastei toda a minha infância trancada em casa, no computador ou na TV. Perdi toda a minha adolescência presa no quarto chorando pelas coisas que faziam comigo no colégio. E sei que estou perdendo minha juventude também. Mês que vem, faço 19 anos. O que farei no meu aniversário? Vou ao shopping com meus pais, como todo ano. Só de pensar que as meninas da minha idade estão viajando sozinhas, fazendo farra com os amigos, entrando na faculdade, namorando, me dá uma vontade tão grande de morrer. Ou sair correndo. Já pensei em suicídio várias vezes. A primeira vez, que eu me lembre, eu tinha uns 9 anos. No Ensino Médio, eu pensava todos os dias. Mas morrer agora não vale mais a pena. Meus pais sabem que eu me sinto triste (só não sabem que eu tenho depressão, e Deus me livre se descobrirem). Eles fazem o possível pra me verem feliz mas são evangélicos muito conservadores e a solução de todos os meus problemas se baseia em passear com eles e voltar para a igreja (coisa que não quero por enquanto). Já pedi à minha mãe que marcasse pra mim uma consulta com um psicólogo, e ela disse que o melhor psicólogo é Deus. Um dia desses, pra verem a que ponto cheguei, chorei depois de assistir ao filme "Rio, Verão e Amor" de 1966 (outro motivo pra eu não ter amigos, gosto muito de coisas que ninguém gosta). Alguns atores/personagens tem a minha idade e isso foi o estopim pra me fazer perceber que minha vida é uma total monotonia e poderia ser muito melhor. Mas eu me sinto perdida, de mãos atadas. Eu não sei o que fazer pra conseguir tomar as rédeas da minha vida e finalmente, me sentir viva. Eu preciso urgentemente viver. Enfim, esse texto não teve nexo algum porque eu fui escrevendo o que vinha à cabeça. Já me sinto uma idiota por ter escrito tudo isso e ter me exposto. Mas me sinto mais leve, então acho que valeu.
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